quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Dicas especiais para essa época de altas temperaturas!


O verão é uma das estações mais bonitas e divertidas do ano. Nessa época, a incidência solar é muito grande e, com isso, o calor aumenta. Algumas pessoas têm a oportunidade de ir à praia ou piscina para se refrescarem, entretanto, outras continuam com sua rotina de trabalho nas grandes cidades e, nesse caso, o excesso de calor pode ser um empecilho. As pessoas muitas vezes podem ficar cansadas, irritadas e com problemas para dormir devido ao aumento de temperatura. 

Para evitar os cansaços e incômodos causados pelo calor, veja nossas dicas de como agüentar dias muito quentes:

1. Use e abuse dos líquidos: procure se hidratar com muita água e sucos naturais de fruta, de preferência, sem açúcar e gelados. Água de coco e chás gelados também são uma boa pedida. Mas ATENÇÃO: evite refrigerantes e bebidas muito calóricas, pois contém muito açúcar e podem te fazer ganhar peso.

2. Procure ingerir alimentos leves. Dê preferência às frutas, legumes e verduras. Abuse das saladas, grãos integrais e carnes brancas, como aves, peixes e frutos do mar, de preferência cozidas ou grelhadas. ATENÇÃO: verifique sempre a procedência dos peixes e frutos do mar, nesse calor, eles estragam rápido.

3. Se você estiver no trabalho ou escola, procure, constantemente, molhar o rosto, nuca, braços e mãos. Essas regiões ajudam a trocar temperatura com o ambiente e ajudam no resfriamento do corpo. Uma boa saída é manter um borrifador de água na geladeira para aplicar constantemente. 

4. Se o seu carro ficou no sol, antes de entrar nele abra as portas e janelas para permitir que o calor saia. Proteja os pára-brisas com um papelão e o volante com um pano. 

5. Se você está na praia ou piscina, evite os horários de maior incidência solar, normalmente das 10-15h. Procure tomar sol antes das 10 ou depois das 15h. Durante esse período, proteja-se com bonés, chapéus ou embaixo de guarda-sol. 

6. Se você trabalha na rua e não tem como se abrigar do sol, use um boné, roupas claras e hidrate-se constantemente. Não se esqueça do protetor solar, que é obrigatório antes de sair ao sol. Quando tiver oportunidade, proteja-se na sombra.

7.  Em casa, procure manter janelas e portas abertas para ventilação. Mas cuidado com os insetos: use inseticidas ou telas para evitar sua entrada. 

8. Se estiver na academia, procure fazer atividades físicas leves com menos intensidade em dias muito quentes. Hidrate-se constantemente e use roupas leves, nada muito apertado. 

9. Evite ficar muito tempo com o ar condicionado ligado. Ele resseca o ar e as vias respiratórias, podendo causar irritação de garganta e mucosas. Prefira o ventilador. Utilize sempre vento indireto para que o ar do ambiente seja todo circulado. Prefira os ventiladores de teto.

10. Procure tomar vários banhos ao dia, com a temperatura da água não muito quente. É importante que uma janela do banheiro esteja aberta para evitar que o vapor se sature e o ambiente fique abafado. Mas ATENÇÃO: os banhos não precisam ser demorados, pense sempre no racionamento de água. 

Com essas dicas o seu verão será muito mais divertido e você terá muito mais disposição!



fonte: http://www.criasaude.com.br/N11426/10-dicas-quentissimas-para-enfrentar-o-calor.html

sábado, 26 de setembro de 2015

Neste Sábado estamos te esperando no Vênus Motel!

Neste Sábado venha conhecer nossas lindas e confortáveis suítes com preços especiais.
Vênus Motel - Av. Sete de Setembro, 40 - Presidente Roosevelt, Uberlândia
(34) 3229-1819

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

23 de Setembro: Início da primavera

A primavera é a estação do ano que é marcada pelas flores e que vem após o inverno. No hemisfério sul, esta estação tem início no equinócio de setembro e tem fim no solstício de Dezembro. Nesta primavera, te esperamos aqui no Vênus Motel com muitas surpresas para você!

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Por que usar a camisinha?


A camisinha é o método mais eficaz para se prevenir contra muitas doenças sexualmente transmissíveis, como a aids, alguns tipos de hepatites e a sífilis, por exemplo. Além disso, evita uma gravidez não planejada. Por isso, use camisinha sempre.

Mas o preservativo não deve ser uma opção somente para quem não se infectou com o HIV. Além de evitar a transmissão de outras doenças, que podem prejudicar ainda mais o sistema imunológico, previne contra a reinfecção pelo vírus causador da aids, o que pode agravar ainda mais a saúde da pessoa.

Guardar e manusear a camisinha é muito fácil. Treine antes, assim você não erra na hora. Nas preliminares, colocar a camisinha no(a) parceiro(a) pode se tornar um momento prazeroso. Só é preciso seguir o modo correto de uso. Mas atenção: nunca use duas camisinhas ao mesmo tempo. Aí sim, ela pode se romper ou estourar.

A camisinha é impermeável
 
A impermeabilidade é um dos fatores que mais preocupam as pessoas. Pesquisadores dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos esticaram e ampliaram 2 mil vezes o látex do preservativo masculino (utilizando-se de microscópio eletrônico) e não foi encontrado nenhum poro. Em outro estudo, foram examinadas as 40 marcas de camisinha mais utilizadas em todo o mundo. A borracha foi ampliada 30 mil vezes (nível de ampliação que possibilita a visão do HIV) e nenhum exemplar apresentou poros.

Em 1992, cientistas usaram microesferas semelhantes ao HIV em concentração 100 vezes maior que a quantidade encontrada no sêmen. Os resultados demonstraram que, mesmo nos casos em que a resistência dos preservativos mostrou-se menor, os vazamentos foram inferiores a 0,01% do volume total. Ou seja, mesmo nas piores condições, os preservativos oferecem 10 mil vezes mais proteção contra o vírus da aids do que a sua não utilização.

Onde pegar
 
O preservativo masculino é distribuído gratuitamente em toda a rede pública de saúde.

Você sabia...
Que o preservativo começou a ser distribuído pelo Ministério da Saúde em 1994?

Como é feita a distribuição
 
A compra da maior parte de preservativos e géis lubrificantes disponíveis é feita pelo Ministério da Saúde. Aos governos estaduais e municipais cabe a compra e distribuição de, no mínimo, 10% do total de preservativos nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e de 20% nas regiões Sudeste e Sul. 

Após a aquisição, os chamados insumos de prevenção saem do Almoxarifado Central do Ministério da Saúde, do Almoxarifado Auxiliar de São Paulo e da Fábrica de Preservativos Natex e seguem para os almoxarifados centrais dos estados e das capitais.


fonte: http://www.aids.gov.br/pagina/por-que-usar

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Precisa apimentar a relação? Veja 7 filmes eróticos para ver a dois.


É verdade: os vídeos pornográficos também agradam as mulheres. As cenas de erotismo, regadas a desejo e paixão, são uma ótima forma de acender a vida do casal. Se você busca apimentar a relação, confira uma lista de 7 filmes que devem ser vistos a dois.

1. Infidelidade (2002)
Este filme conta a história de uma mulher, Constance, que decide ser infiel com o esposo. As cenas ‘calientes’ aparecem em muitos momentos. A paixão, o desejo e a tragédia combinam muito bem. 

2. Amigos com benefícios (2011)
Nesta popular comédia romântica, protagonizada por Mila Kunis e Justin Timberlake, aparecem imagens com carga sexual poderosa, além de encontros íntimos divertidos entre os dois amigos. A relação é estritamente física, sem compromisso. 

3. Segredos íntimos (2006)
Um drama baseado em um romance do mesmo nome, que trata de uma mãe insatisfeita sexualmente com seu marido. Ele, por sua vez, é obcecado por pornografia e encontra uma segunda oportunidade em uma relação proibida. Uma das cenas mais eróticas acontece quando a protagonista, Sarah, tem uma relação sexual no banheiro, com um homem que conheceu no parque. 

4. A secretária (2002)
Um filme para casais de mete aberta, pois contém cenas de sadomasoquismo. 

5. Jogos selvagens (1998)
Um filme perturbador, baseado na história de uma menina apaixonada por um homem que deseja fazer um ménage à trois. Uma das partes mais impactantes deste filme é uma cena lésbica. 

6. A insustentável leveza do ser (1988)
O filme é baseado em um livro que trata da crise existencial de um homem em torno do seu casamento. Os conflitos sexuais e afetivos tomam conta do longa. Além disso, também conta com cenas quentes de um médico tcheco dividido entre o amor explosivo de duas mulheres. 

7. E sua mãe também (2001)
O filme mexicano é um relato erótico de despertar sexual, carregado de cenas de muito sexo e sem complexos. O ator Diego Luna tem uma cena muito quente com Ana López Mercado.
 
 
 
fonte: http://mulher.terra.com.br/vida-a-dois/precisa-apimentar-a-relacao-veja-7-filmes-eroticos-para-ver-a-dois,2dd31eeb54ee3410VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Saiba um pouco sobre a vilã dos relacionamentos: A TRAIÇÃO.


Poucas coisas são tão dolorosas em uma relação a dois quanto a traição de uma das partes. Tenha sido descoberta ou revelada, ela sempre traz à tona muitos sentimentos contraditórios: "o outro não presta", "o outro não me ama", "eu não sou boa o suficiente", "ninguém nunca poderá me amar", "onde foi que eu errei?", são apenas algumas das opções.

Dói muito, por vários motivos: depositamos nossa confiança na outra pessoa e ela nos decepcionou; juramos exclusividade mútua e uma terceira pessoa foi incluída na relação sem a concordância de todas as partes; honramos sozinhos o compromisso assumido; fomos obrigados a dividir o ser amado com outra pessoa sem termos sido consultados. São muitos os motivos pelos quais sofremos, mas a experiência de uma traição carrega em si uma incrível oportunidade de crescimento, onde aprendemos a conhecer melhor o outro, à nós mesmos, e aos problemas da relação. Só depende de como lidamos com isso.

Mas quando surgiu o mandato de exclusividade nas relações? Apesar de ser emblemática na cultura do homem civilizado, a monogamia não é algo inato ao homem. Relativamente recente em nossa história, ela surgiu como ferramenta necessária para conservação da propriedade privada. Sem esta exigência, o homem não teria meios de saber se os filhos concebidos dentro do casamento eram realmente seus. Isso impactaria diretamente no patrimônio familiar, que deixaria de pertencer à família, caso fosse herdado por filhos ilegítimos.

Hoje em dia, os motivos para a exigência da monogamia não são os mesmos, e os sentimentos que uma traição provoca na gente são extremos. Muitos a consideram como ponto final de uma relação. Porém, mais importante do que o destino do casal é avaliar as causas que permitiram a entrada de uma terceira pessoa na relação. Será durante a revisão daqueles motivos que entenderemos como se chegou até ali e de que maneira seguir adiante.

Identificando a causa da traição

É preciso ter duas coisas claras desde o início. Primeiro, ninguém trai sozinho. Claro que para toda regra há exceção, mas não é comum que não haja qualquer problema entre o casal e uma das partes traia. Todos estamos socialmente e culturalmente programados para sermos fiéis, portanto, trair é uma transgressão inclusive para o traidor. Por isso, acredito na existência de uma forte motivação por trás desse ato, geralmente alimentada (conscientemente ou não) por ambas as partes da relação.

O segundo ponto importante a ter em mente é que, mesmo que ambas as partes tenham participação no real motivo por trás da traição, trair é sempre uma escolha pessoal. Por isso, é sempre responsabilidade única e exclusiva daquele que trai. Ainda que os fatores motivadores sejam construídos com a participação de ambas as partes, não dá para culpar o outro por termos traído. Por mais problemas que tenhamos com a nossa cara-metade, sempre podemos escolher mil caminhos diferentes da infidelidade. E se escolhemos trair, essa responsabilidade é exclusivamente nossa.

 Uma vez que traímos, o que fazer? 
 
Muitas pessoas decidem contar para o parceiro em nome de uma suposta sinceridade, que na verdade pode esconder um profundo egoísmo. Não aguentamos o peso da nossa própria consciência e precisamos dividi-lo com a outra pessoa. Nos sentimos péssimos com a gente mesmo, e precisamos que o outro amenize esse sentimento, "perdoando" nosso ato. Assim, se o outro nos dá o seu perdão, podemos deitar a cabeça no travesseiro e dormir em paz, tendo primeiro desfrutado da traição e agora desfrutando do perdão por tê-la cometido. Mas e o outro, como fica nesse processo? Se nossa sinceridade deriva do amor que sentimos, deveríamos ter em mente o bem-estar do nosso parceiro antes de qualquer outra coisa. Não dividimos com o outro a decisão nem os prazeres da traição, mas queremos que ele nos ajude a carregar o peso do erro.

Outros não têm nem a opção de decidir se contam ou não: são descobertos antes de poder se revelar. Aqui, o melhor a fazer é deixar a poeira baixar, para então sentar e avaliar as razões pela qual a relação chegou até ali, o que faltou à parte que traiu para buscar algo fora da relação, onde cada um errou, o que poderiam ter feito melhor e, principalmente, o que significou aquela traição para quem a cometeu. Foi apenas um momento? Houve sentimento envolvido? A partir daí, será possível ver claramente se dá para perdoar e seguir com a relação em outras bases, ou se é melhor partir para outra, especialmente se o traído não conseguir ou desejar perdoar.

No entanto, apesar da traição ser uma infração a um acordo mútuo de exclusividade, nem sempre ao sair com outra pessoa estamos traindo o outro. Muitas vezes, o desejo é simplesmente exercer nosso direito à liberdade, atender a um desejo do momento, sem o objetivo de ferir o outro nem remediar alguma ausência da relação. Quando esse for o caso, o mais importante é ser ético em todas as instâncias, o que significa agir preservando o nosso parceiro, sua imagem pública e social, sua saúde, e tudo o mais que nossa atitude puder atingir.

O que vem depois da traição

Quando assumimos publicamente um compromisso com outra pessoa, decidimos renunciar à nossa liberdade para nos tornarmos parcialmente "propriedade de". Ainda assim, continuamos donos de nós mesmos, e temos o direito de, em algum momento, decidir fazer algo com isso que nos pertence sem necessariamente pedir permissão ao outro. Neste caso, nossa obrigação é preservar o ser amado de toda e qualquer dor, e continuar sendo fiel em muitos outros níveis da relação, que extrapolam o físico e o sexual. Podemos continuar sendo pais presentes, maridos presentes, amigos para toda hora e parceiros em situações difíceis, sem expor, ridicularizar, trair dentro do círculo de amigos, ou com o melhor amigo do nosso par. Podemos, sim, responder a um desejo momentâneo preservando todas as outras instâncias da relação.

Ao contrário do que muitos pensam, uma traição não necessariamente ocorre quando a relação já esgotou todas as suas possibilidades. Ela pode ocorrer por raiva, por vingança, por carência, por autossabotagem (tem gente que não sabe aceitar a própria felicidade e busca uma maneira de destruí-la), e pode ainda funcionar como uma "muleta" para a relação. Como não encontramos uma maneira de conseguir o que nos falta com o nosso parceiro - mas também não podemos conceber a vida sem aquela pessoa - buscamos externamente um remédio. Ainda que temporária ou falha, essa solução momentânea nos permite continuar vivendo a relação que escolhemos, apesar do problema que não podemos resolver.

De muitas maneiras, uma traição é uma oportunidade de crescimento para o casal. Ela não precisa ser o fim, nem representar o fracasso da relação. Como tudo na vida, dependerá apenas do uso que o casal fizer da experiência, e da maturidade que tenha para abordar os próprios problemas. O resultado desta vivência pode ser uma relação mais madura e consolidada. Ou o fim, onde cada um segue seu caminho com maior conhecimento das próprias necessidades e limitações.



Fonte:  http://www.personare.com.br/aprendendo-com-a-traicao-m2297